sábado, 14 de maio de 2011
Homem-do-saco e outros medos
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Não se pede, não se mede e sempre se repete
domingo, 8 de agosto de 2010
Feliz dia do amor...
Desejava de alguma forma retribuir tudo que você já fez por mim. Não te devolver todos os presentes, ou de jeito qualquer devolver cada real que te fiz gastar; ou mesmo deixando que caísse em sono profundo para que pudesse recuperar as horas de sonhos que te roubei.Procurei sentada a mesa, junto a uma forte xícara de café e a criatividade, que vez ou outra resolve me visitar, qualquer modo de te devolver o que já me proporcionou, tudo em dobro. Mas nenhuma luz piscou em minha cabeça dizendo o que fazer.
Queria muito mesmo poder te retribuir. Começaria a te agradecer de uma forma diferente pela vida; sem você, eu não estaria aqui. Mas não ficaria só no clichê, meu amor, queria te agradecer pelos primeiros passos que eu dei, principalmente, na vida; pelas histórias que aprendi a contar e as outras que ficaram guardadas comigo, no coração; pelos vários sorrisos, abraços, carinhos e beijos que sempre vinheram de ti. Ah, eu não poderia esquecer da minhas opiniões: as devo a você! Sim, meu bem, sem a sua influência jamais me atreveria a tentar entender, e até a gostar, de política; se não tivesse crescido rodeada da tua generosidade, talvez não fosse tão capaz de estender a mão. É isso aí, te devo a minha essência também.Princípios, valores, você não deixou que eles faltassem a mesa. E o amor, agradeço-te imensamente por tê-lo apresentado a mim, é tão triste saber que nem todos o conhecem. Também não posso deixar de mencionar a paciência e persistência, sempre a disposição, sempre pronto a emprestar-me!
Ah querido, nada ainda na cabeça; acho que a criatividade me deixou mesmo na mão! Ou quem sabe, não tem como se agradecer a um pai...
sábado, 6 de março de 2010
Sonho dos 18
Acho que todo mundo tem certa ansiedade para atingir a maioridade, uns para dirigir, outros para poder beber explicitamente e alguns por acharem que serão donos dos próprios narizes. Não sou diferente do resto, nesse aspecto, mas o meu sonho dos 18 é bem diferente: doar sangue.
Sei que isso pode parecer bem estranho para maior parte de vocês, meus leitores. Mas não vim aqui para falar dos meus planos, e sim para tentar mostrar um pouco da importância que tem essa doação. Também para pedir, ou melhor, implorar, que os que agora me lêem e preenchem todos os requisitos para ser um doador, assim o façam.
Muitas das pessoas que doam é porque possuem consciência de que milhares de outras necessitam daquele gesto de solidariedade para sobreviver. Já outras por adotarem aquela filosofia de ‘podia ser comigo’, não estou criticando quem pensa assim, só citando.
Sei que esse gesto causa medo ou até pavor em alguns, por conta de agulha, ou por achar que aquela quantidade de sangue vai fazer falta (e nós sabemos que não faz, não é mesmo?). Por falar em não- prejuízos, é bom lembrar que o sangue de quem doa também não sofre qualquer mudança, que não engorda e nem vicia.
Mas como toda coisa tem seu lado ruim, nem todos podem doar. E o pior é que muitas destes antes eram doadores ou tinham em mente ser, mas por força da circunstância não podem. Entre os impedimentos temos temporários, como: gripe/resfriado, febre, gravidez, uso de alguns medicamentos, etc. Só que infelizmente existem os permanentes, dentre eles: Hepatite após os 10 anos de idade, uso de drogas ilícitas injetáveis, malária, e outros. Também é bom lembrar o tempo entre as doações: para mulheres 90 dias (até 3 doações por ano), e para homens 60 dias (até 4 doações por ano).
Para term
inar, eu peço encarecidamente aos que me lêem e possuem 18 anos/mais e não tem nenhuma “contra-indicação”, doem sangue. Tenho certeza de que a sensação de salvar a vida de alguém é bem gratificante, melhor que qualquer dinheiro. Quero ressaltar a que a quantidade de sangue tirada é irrisória e que é só uma picadinha, não vai doer nada!
Aos que quiserem mais informações: (86) 3221-8319/3221-8320 – HEMOPI
e www.hemopi.pi.gov.br